Como Fazer um Post-Mortem de um Processo Que Falhou
Um post-mortem de um processo só produz aprendizado se a sequência dos fatos puder ser reconstruída. Sem registro, a análise vira uma reunião sobre impressões.
O que a falta de trilha provoca
Cada participante lembra de uma versão.
- Sequência dos eventos reconstruída de memória
- Responsabilidade discutida em vez de estabelecida
- Causa atribuída ao sintoma mais visível
- Mesma falha se repetindo meses depois
O que a investigação precisa
- A sequência, com horários de cada mudança
- A origem de cada alteração, usuário, automação ou API
- O tempo parado em cada fase
- O que estava configurado no momento da falha
- A ação corretiva, registrada como tarefa
Como conduzir no Jestor
- Abra o histórico do registro no Jestor, filtrado por data e origem.
- Confira o log de execução das automações envolvidas.
- Leia o tempo por fase, identificando onde o processo travou.
- Verifique se a versão do app mudou perto da data da falha.
- Registre a ação corretiva como tarefa com dono e prazo.
Por que escolher o Jestor para análise de falhas?
O Jestor registra quem alterou o quê, quando e a partir de qual origem, então o post-mortem de um processo parte de fatos em vez de versões.
O versionamento acrescenta uma dimensão que costuma faltar: saber se a configuração mudou perto da falha responde boa parte dos casos.
Perguntas Frequentes
Dá para reconstruir a sequência?
Sim, pelo histórico com data e origem. Veja em jestor.com.
Como saber se foi automação?
Pelo log de execução e pela origem da alteração.
E se a configuração mudou?
O versionamento mostra quando e o quê.
Vídeo Tutorial: Passo a Passo
Confira outros tutoriais práticos no canal do Jestor no YouTube.
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