The new single option field now with colors


Nos primórdios corporativos das PMEs, o gerente de operações (COO) era glorificado por ser o "Bombeiro Herói". Ele apaziguava as brigas entre Vendas e Entregas, virava noites montando macro de Excel pro faturamento e ligava implorando para a TI instalar um software. Em 2026, com as engrenagens de
Sistemas Kanban tradicionais (Trello/Planner) gerenciam maravilhosamente bem as "Tarefas" ("Ligar para cliente", "Desenhar logo"). Contudo, Gestão de Projetos Corporativos (Project Ops) requer o cruzamento de três eixos simultâneos pesados: Cronograma de Tempos Fatais, Capacidade Exata do Humano, e Controle Rigoroso de Opex/Capex
Vender produtos de prateleira é simples. Vender Operações B2B Complexas (Maquinário, Software Customizado, Serviços Técnicos) exige uma matemática diabólica: "O Produto A tem desconto se levar o Serviço B, porém tem taxa fiscal estadual e depende da margem do fornecedor chinês". Se essa lógica do CPQ (Configure, Price,
Qualquer COO sabe que dinheiro perdido está escondido em contratos antigos. Seja a empresa pagando por uma licença de software que ninguém usa, ou o esquecimento do reajuste de inflação (IGP-M) sobre o cliente antigo. O Contract Lifecycle Management (CLM) é a morte da "Pasta de Rede". Contratos